Querem medidas urgentes para proteger os direitos dos passageiros quando os voos são cancelados

Tomar medidas urgentes para proteger os direitos e interesses dos passageiros e das empresas de viagens em caso de falência e cancelamento de voos pelas companhias aéreas. Isto é insistido pela Associação Europeia de Operadores Turísticos, apoiada pela Associação de Operadores Turísticos e Agentes de Viagens da Bulgária.

Até agora, independentemente de uma companhia aérea anunciar dificuldades financeiras e cancelar os seus voos, a Associação Internacional de Transporte Aéreo IATA obriga as agências de viagens a pagar por todos os bilhetes já emitidos.

Algumas companhias aéreas em dificuldades financeiras tomam medidas legais para congelar a dívida e negociar condições de reembolso no prazo de cinco anos. Se este plano for aprovado pelas autoridades judiciais do respetivo país onde a companhia aérea está registada, os passageiros têm de esperar até um ano pelos reembolsos e isto é uma contradição com a Convenção da União Europeia sobre os Direitos dos Passageiros Aéreos.

Decreta que os viajantes têm direito ao reembolso das despesas no prazo de sete dias após o cancelamento do voo, disse a presidente da Associação de Operadores Turísticos e Agentes de Viagens Búlgaros, Dimitrina Goranova.

Desde 2017, foram registados mais de 140 casos de dificuldades aéreas e cerca de 30 falências, recorda o BNR. Para a Bulgária, as falências de Malef e Adria tiveram o pior impacto sobre os passageiros e as agências, comentou Goranova.

Redaçao Viagens

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