Continua após a publicidade..

Organizadores de férias ilegais sem licença de operador turístico estão sendo verificados

A Procuradoria Distrital de Sófia (SGP) encomendou uma investigação com base em informações veiculadas nos meios de comunicação online de que pessoas singulares sem licença de agência de viagens organizam férias no estrangeiro.

Continua após a publicidade..

Segundo a publicação, os preparativos para as excursões foram feitos numa página do Facebook e as vítimas enviaram o dinheiro para contas pessoais.

O SGP abriu processo e a investigação do caso foi confiada à Direcção Metropolitana do Ministério da Administração Interna. No decurso da inspecção, deverão ser obtidas informações de todas as pessoas mencionadas na informação distribuída e que sejam relevantes para o caso.

No entanto, segundo os operadores turísticos, este não é um caso isolado.

Continua após a publicidade..

A Associação de Operadores Turísticos e Agentes de Viagens “Sindicato do Futuro do Turismo” apresentou mais de 10 relatórios ao Ministério do Turismo, à Comissão de Defesa do Consumidor, à Polícia Económica e ao Ministério Público sobre pessoas que organizam passeios sem licença.

“Já estão a ser fiscalizados pelo Ministério Público e pela Polícia Económica porque são pessoas singulares”, anunciou Pavlina Ruseva, membro do conselho de administração da associação, à TravelNews. O Ministério do Turismo e o KZP não têm poderes porque só podem controlar pessoas colectivas, ou seja, empresas.

Continua após a publicidade..

No auge do verão, a Agência Estadual de Supervisão Metrológica e Técnica realizou inspeções em massa de cintos de braços e coletes de natação. Durante a campanha “Verão Seguro 2023”, foram fiscalizados mais de 240 estabelecimentos comerciais em todo o país.

Foram constatadas 209 infrações na venda de braçadeiras e coletes salva-vidas, ficou claro ao final da campanha. De um total de 546 equipamentos de treino de natação (cintos de mão e coletes) verificados, apenas 337 atendiam aos requisitos, informou o BNR.

De um total de 546 equipamentos de treino de natação (cintos de mão e coletes) verificados, apenas 337 atendiam aos requisitos

De um total de 546 equipamentos de treino de natação (cintos de mão e coletes) verificados, apenas 337 atendiam aos requisitos

Foto: iStock por Getty Images

As discrepâncias mais frequentes dizem respeito à falta de marcação (encontrada em 24 dispositivos de treino de natação), à falta de instruções de utilização e de informações de segurança em búlgaro (86), à ausência de informações sobre o nome e endereço do fabricante (44) ou sobre o nome e endereço do importador (38). Noutros, não existe qualquer declaração de conformidade, nem um endereço publicado na Internet onde possa ser encontrado (96). O maior número de violações está relacionado com o facto de a declaração de conformidade em questão não ter tradução para o búlgaro – 143 exemplares.

Foram emitidas ordens para interromper a distribuição dos produtos pelas violações constatadas e as fiscalizações estão em andamento.

Redaçao Viagens

Redaçao Viagens

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *