O estudo do Instituto Demoskopika mostra que, devido à inflação, o verão de 2023 demorará aprox. 4 mil milhões de euros mais dos bolsos dos turistas do que em 2022. A causa dos custos mais elevados para os turistas, quer no mar quer nas montanhas, são principalmente os aumentos no transporte aéreo – mais de 3,5%, nos pacotes de férias em 18% e nos serviços de alojamento em 13%.
Um pequeno apartamento para alugar para um mês de férias custa mais de 4.000 euros, uma refeição num restaurante – pelo menos 50 euros por pessoa, em alguns locais, um quilo de gelado chega a 28 euros.
A associação de consumidores Federconsumatori informa que os serviços para guarda-chuva e espreguiçadeira dependendo da localização da praia custam entre 40 e 100 euros por dia e 1000 euros para os de luxo.
É curioso o caso da região sul da Puglia, onde segundo a Associação para a Proteção e Orientação do Consumidor ADOC, para férias, o mínimo-máximo diário situa-se entre 160 e 500 euros, informa o BNR.
Isto explica a diminuição do interesse turístico em comparação com o ano anterior e a escolha de outros destinos como a Grécia e a Albânia.